O nosso futuro construímos com pessoas, tecnologias e, acima de tudo, cultura (na verdade, DNA cultural, mas isso você vai entender se continuar lendo).
No último dia 28 de janeiro, realizamos o Encontro Anual 2026, kick off que, anualmente, reúne toda a Diretoria, lideranças e colaboradores para compartilhar tudo o que aconteceu no ano anterior, todos os aprendizados que tivemos e tudo o que queremos para o ano que está chegando.
Mais do que uma retrospectiva, o evento destacou uma transformação que já vínhamos construindo e que agora se consolida com ainda mais força: a inteligência artificial como parte do nosso DNA, no centro da atitude de cada colaborador e de cada entrega aos nossos clientes, o que posiciona a SQUADRA como referência em IA aplicada com resultados reais.
Afinal, a IA deixou de ser uma promessa para se tornar o motor de sobrevivência e diferenciação no mercado.
2026: o ano de aumentar o volume ↩
Viemos já há dois anos aquecendo os motores, preparando dentro de casa, experimentando e entregando valor em uma escala ainda pequena (mas já extremamente relevante). O ano de 2025 começou com o anúncio da nossa plataforma própria de IA, o Genius, e finalizou com aplicações reais de IA no mercado, abrindo portas para uma nova fase.
Agora é hora de aumentar o volume, acelerar o ritmo da transformação digital através da IA e alcançar de vez o próximo nível, tanto dentro quanto fora da empresa. 2026 é o ano de escalar com força total e “aumentar o volume” é o mote que traduz nossa ambição de liderança em IA aplicada.
Estamos orientados a transformar de vez o mercado partindo dos nossos processos e liderar uma aplicação estratégica e real da inteligência artificial nos nossos clientes. E para isso, a missão do ano é disseminar o DNA da IA por toda a empresa e escalar tudo o que já fazemos com excelência. Cada Squader se torna agente de inovação, o que aumenta o uso estratégico da IA em cada projeto, processo e entrega, transformando hiperinteligência em eficiência e resultados reais de negócio. É liderar pelo exemplo, com execução, não com promessas.
Agora, por que DNA? Parafraseando o nosso convidado, Jayme Nigri, ex-Reserva, “a cultura é mutável, DNA é o que fica”. O DNA depende de hábito e atitude e, esse movimento do nosso time e o fortalecimento do nosso DNA, é o que garante a entrega de valor lá na ponta, para o cliente final.

“Exemplo que arrasta”: a palestra de Jaime Nigri ↩
Para energizar nosso time, convidamos Jayme Nigri, que esteve à frente da operação da Reserva. Jayme apresentou exemplos claros de que cultura forte, execução incansável e uma mentalidade constante de aprendiz foram os pilares que marcaram a trajetória de crescimento da Reserva.

Nigri ainda compartilhou sobre a necessidade de sair de uma cultura que “sabe tudo” para uma cultura que “aprende tudo”. E entendemos que esse é justamente o ponto crítico da adoção de IA: não é sobre ter a melhor tecnologia, mas sobre ter humildade para aprender, testar rápido, errar e ajustar. Como ele disse: “começar para aprender, não aprender para começar”. E é exatamente assim que já estamos operando.
Jayme também alertou sobre algo que observamos no mercado de IA hoje: a tendência de tolerar a não-execução, de ficar apenas no discurso, de projetos-piloto eternos, provas de conceito que nunca viram produção e iniciativas de IA que ficam só na experimentação. Isso contamina a cultura e transforma IA em apenas mais uma buzzword. É por isso que nosso foco está em cases reais, em produção, em gerar resultado mensurável.
Por fim, ele transmitiu uma mensagem sobre o compromisso profundo com os problemas, que se conecta perfeitamente com nossa abordagem de hiperinteligência. Na era da IA, a tecnologia não vai resolver tudo sozinha, mas o humano atuará como estrategista, focado no desafio, e a IA como executor incansável. É dessa colaboração que chegamos ao resultado real e à hiperprodutividade.
Casos reais: o poder da IA aplicada ↩
Os principais destaques de 2025 envolveram a resolução de problemas de negócios através da nossa plataforma de IA, o Genius.
Com 39 anos de história, o que diferencia a Squadra do mercado é a capacidade de pegar toda a nossa bagagem de transformação digital e aplicá-la dentro dos modelos inteligentes para ganhar mais velocidade, inovação, segurança e, claro, resultados.
O humano não sai do jogo, ele entra com ouvidos abertos para capturar a dor do cliente, entender a complexidade do negócio e propor uma solução. Só depois a tecnologia e a inteligência artificial entram para transformar o complexo em simples, resolver problemas reais com soluções reais e inteligentes. É isso que nos diferencia do resto: “Value first. Powered by AI.”
Três grandes destaques do nosso último ano ilustram bem essa filosofia:
- Dentro de casa, precisamos recompor mais de 60 milhões de registros de ponto de colaboradores desde 2019, com mais de 200 regras de negócio diferentes. O sistema, com mais de 50 tabelas e 90.000 linhas de código, foi desenvolvido em 21 dias usando técnicas de IA e turing bots.
- Para uma empresa de logística ferroviária, fizemos a modernização de legados em tempo recorde de um sistema com quase meio milhão de linhas de código em C++ e sem documentação. O sistema core da empresa foi modernizado em apenas 90 dias com o Genius e entregue sem bugs e sem travar a operação.
- No segmento financeiro, o Genius foi usado para recuperar o cronograma de um projeto de migração, sendo aplicado para descoberta de regras de negócio e códigos legados sem documentação. Conseguimos recuperar o tempo de projeto e ainda melhorar a performance da aplicação.
Visão de futuro: a IA não é mais uma escolha ↩
O mercado mudou o foco para produtividade e resultados mensuráveis. E a SQUADRA está preparada para liderar essa transformação.Nossa visão é ambiciosa, mas concreta: consolidar a Squadra como líder e referência mundial na aplicação de IA, priorizando impacto de negócio sobre tecnologia, estando no primeiro pelotão da onda tecnológica da Inteligência Artificial.
2026 é o ano em que a IA deixa de ser o futuro para ser o impulsionador que irá escalar tudo o que já fazemos com excelência. Vamos liderar pelo exemplo, com execução, não com promessas.
Vamos juntos?
